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A Iniciativa Pantanal Everglades tem uma história que começa
no início dos anos 90, quando havia crescentes interesses nos
acordos resultantes dos processos jurídicos dos Everglades
da Florida e pressão cumulativa, dos cientistas e cidadãos
mais conscientes, sobre a construção do projeto Hidrovia,
ao norte de Forte Coimbra no Alto Rio Paraguai, no Brasil.
Houve intercâmbios informais e esporádicos entre indivíduos
e instituições principalmente do Brasil e da Flórida,
EEUU, sobre os impactos em hidrologia e relevo produzidos por grandes
projetos de infra-estrutura, tais como o Projetos de Controle de Inundações
da Florida e a hidrovia navegável do Mississippi, construída
no século XX.
Na medida que os cidadãos desses importantes ecossistemas se
tornam cientes das alterações profundas e da necessidade
de ação corretiva nos EEUU, cidadãos e cientistas
na região do Pantanal também buscam entender melhor
os possíveis impactos e promover atividades voltadas para conservação,
que permitam o desenvolvimento sustentável das maiores terras
úmidas contínuas do mundo.
Na medida que os cidadãos desses importantes ecossistemas se
tornam cientes das alterações profundas e da necessidade
de ação corretiva nos EEUU, cidadãos e cientistas
na região do Pantanal também buscam entender melhor
os possíveis impactos e promover atividades voltadas para conservação,
que permitam o desenvolvimento sustentável das maiores terras
úmidas contínuas do mundo.
Tem havido diversas trocas de informação entre os Everglades
e o Pantanal desde aqueles tempos. Entretanto, tais intercâmbios
não capitalizaram a disponibilidade de grandes quantidades
de informação e pesquisa de cada lado, para dar assistência
ao entendimento das abordagens de manejo de ecossistemas complexos,
para servir como base para tomada de decisões sobre a interação
humana com essas grandes terras úmidas.
A pedido de muitas instituições na região do
Pantanal, em dezembro de 1999, a concepção da Iniciativa
Pantanal Everglades foi proposta e facilitada pelo Centro de Estudos
Ambientais da Florida (CES), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(EMBRAPA), Ecologia em Ação (ECOA), a Secretaria de
Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul (SEMA) e o Parque Nacional Everglades
(ENP).
Desde então, a IPE tem crescido significativa e ativamente,
promovendo a troca de informações e experiências
ao nível de ecossistema. A IPE esteve presente em muitos eventos
internacionais, inclusive o II Fórum Mundial da Água,
em Haia, em 2000, e celebrará sua primeira reunião anual
no IV Diálogo Interamericano de Gerenciamento de Água
em Foz do Iguaçu, em setembro de 2001.
A IPE adota uma política de membros "todos inclusos, não
exclusiva" para propiciar um fórum aberto de discussões,
sobre aspectos técnicos e científicos do manejo de ecossistemas
das terras úmidas do Pantanal e dos Everglades.
Qualquer pessoa interessada nesses assuntos é bem vinda para
fazer parte desse intercâmbio. O único requerimento necessário
aos participantes é compartilhar, de boa vontade, informações
e conhecimento para melhorar as tomadas de decisão nesses ecossistemas,
para sua conservação, restauração e sustentabilidade
a longo prazo.
Esperamos que você ache esta homepage útil e damos boas
vindas a suas idéias e participação.
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Atualização:
5 de agosto de 2001.
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