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Entre 17 e 25 de agosto de 2003 a Rede Pantanal realizou a II Expedição Rio Paraguai, saindo de Cáceres (MT) rumo a Corumbá (MS). Sua finalidade foi a de registrar e discutir as principais ameaças a este rio que, com o Paraná médio e inferior, forma 3.400 Km de rio navegável, sem barragens. A IPE estava lá. Esta iniciativa, promovida pela Rede Pantanal (Ecoa, OCCA, Vida Pantaneira de MS e ICV e Paróquia Cristo Trabalhador de MT), faz parte do projeto Ações para Proteção do Pantanal e Bacia do Alto Paraguai, financiado pelo Comitê Holandês para a União Internacional de Proteção à Natureza (NC-IUCN/SWP) e apoiado pelo WWF-Brasil, Programa Pantanal e Iniciativa Pantanal Everglades (IPE). Também participaram representante do BID- Brasil and UNEMAT. O Diretor do Parque Nacional Matogrossense, José Augusto Ferraz, e representantes da Estação Ecológica Taiamã, ambos do IBAMA, e a equipe da RPPN Acurizal, lideraram algumas atividades na expedição. Da Bolívia participaram o escritório local do WWF e o Serviço Nacional de Parques (SERNAP). Do Paraguai estava presente a ONG Sobrevivência e da Argentina, as ONGs Proteger e Foro Ecologista de Paraná. Outros participantes dos Estados Unidos (Florida International University- FIU, Tropical Rivers Alliance –TRA, Fundação Kellogg, e uma escritora do New York Times) e da Holanda (IUCN, BothEnds e IICD) também compuseram o grupo. Durante a viagem, os participantes tiveram acesso, discutiram e aprovaram a proposta do Sistema de Zonas Úmidas ao longo do Paraguai-Paraná (médio e inferior), em continuidade ao workshop Conhecer para Preservar, realizado no final de junho de 2003. A Iniciativa Pantanal Everglades participa ativamente do Projeto em ambos os eventos, com a proposta de um Banco de Dados, com a Rede Pantanal, sobre as organizações atuantes no Sistema de Áreas Úmidas Paraguai-Paraná, as áreas protegidas e os projetos em andamento. As fotos desta página foram tomadas por Maria do Carmo Zinato durante a expedição e mostram tanto a beleza e grandiosidade dessa zona úmida, quanto a sua delicadeza e fragilidade. |
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Atualizado
em 2 setembro de 2003
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